terça-feira, 14 de abril de 2015

O perigo do vitimismo

Algumas pessoas tem vocação para o drama, para a infelicidade.
E, geralmente, elas pensam que, ocupando o papel da vítima, do coitado,vai atrair a atenção do mundo. Como eu ja disse antes aqui no blog: A posição da vítima é perigosa porque é confortável! Pense em todo mundo te adulando, tratando como quem não tem forças para lutar pela própria felicidade?
Confortável,não??? O suprimento da carência através do tratamento de coitado que o indivíduo tem é perigoso e triste! Muito triste.
As pessoas com a tendência ao " vitimismo" são aquelas que se expressam como " extremamente corretas", impolutas e de moral impecável! A placa da moral é um terreno delicado. Pois, atrás da porta, pode se esconder um coração amargo, maledicente, invejoso, ingrato e não misericordioso.
São pessoas que,geralmente, reclamam de tudo e de todos. Nada serve, ninguém presta.
Culpa a imperfeição alheia pela sua solidão e está sempre insatisfeita com a vida,mas, não a enfrenta na busca pelo que lhe faria feliz. Esse é,na prática o perigo de quem se acomoda ao papel de coitado. Não cosntrói o mundo em que quer viver e culpa aos outros, a vida, Deus e o diabo por suas frustrações.
Deixa de viver, de produzir como poderia -e deveria- produzir, deixa de amar porque se acha perfeito demais para o resto da humanidade. Se esconde atrás de capas e mais capas da hipocrisia, demagogia, preguiça de viver, frustração e da soberba.Sempre apontando o alheio, pois, assim, se esconde em suas imperfeições e no vazio da alma e satisfaz sua vaidade de pseudo moralista.
Eu nasci pra ser muito feliz. Muito feliz mesmo. Em quantidade substancial e generosíssima. Não tenho vocação pra mártir. Se algo ou alguém está me machucando, me viro, reviro, chuto o balde, choro, grito e esperneio,mas, sempre busco aquilo que me faz genuinamente feliz. E pouco me importo se é politicamente correto ou não. Porque, correto, na verdade, é ser aquilo que a gente tem que ser e não do jeito que os outros querem. Querer ser ou fazer algo para impressionar o outro é o primeiro passo para a depressão.Pregar o que não se vive na essência é demagogia. E a demagogia é parente muito próxima da hipocrisia .

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Movimente sua alma!





Olha como a energia se movimenta! Quando as coisas que são para ti, começam a aproximar-se. Olha como as coisas mudam de figura! Claro, tu mudaste a tua energia. Passaste muito tempo tentando corrigir-se, tentando harmonizar- se, e principalmente a quebrar padrões.

Quebrar padrões... Essa é a chave. Padrões antigos como o tempo, que teimam em manifestar- se nesta vida, neste tempo. E esses padrões de origem longínqua seguem-nos por todo o lado. Em nosso comportamento, em nossas atitudes. Padrões que nos tornam seres que funcionam em piloto automático, sem se pôr em causa, sem saber porque é que faz as coisas, sem sentir.

Passamos muito tempo a quebrar esses padrões em nossas vidas. Aceitamos a transformação. E agora brindo a nós. Vou comemorar. Vou festejar o fato de termos conseguido. Termos dado a volta e termo-nos aproximado da luz. Claro que ainda falta um pouco para chegar “lá”.
Vou revelar um segredo: Vai faltar sempre um pouco para chegarmos “lá”, enquanto andamos por aí.

Mas o que importa é que já iniciamos o nosso caminho, e isso poderá levar-nos para o além dos aléns. Agora, neste momento, vê como a energia se movimenta a teu favor. Recebe as bênçãos do céu. Recebe o que o Divino tem para te dar. Não fujas. Quando a energia chegar, não penses que é um acaso. Não julgues que não é para ti, ou que é um engano.

Percebe que é Deus. Percebe que O Soberano envia isto como agradecimento pelo tempo que te concentras em ti, em busca de algo maior. Recebe a bênção. E vais perceber o quanto de bom fizeste à humanidade ao aceitar subir mais um bocadinho.

Barracos, macumbas e tintas de cabelo

Tenho uma aversão natural a barracos! Vivo cercada de barraqueiros! Corro deles, mas, não sei ainda que magnetismo os atrai para meus arredores. Mesmo que o barraco não seja comigo, sempre tem alguém jogando a lona do circo ao meu lado.

E é incrível como o barraqueiro é carente! Sim.. no fundo, todo barraqueiro é carente de atenção, de público, de plateia. Reparem que, as pessoas que falam alto, sempre soltam alguma frase de efeito, alguma pérola filosófica que leu no feed do Facebook e está sempre querendo mostrar que é intelectual. Tenho uma preguiça dessa gente!

Pois é! Fato, é que todo palhaço sofre de carência. Acordo no pós feriado com a notícia que a funcionária faltaria mais uma vez. Isso significa 485 mil preocupações e arranjos para que o dia funcione como deve. Significa deixar café e almoço pronto pra filha, uniforme preparado, caçar alguma vizinha santa pra gerenciar a manhã dela até a ida para o colégio, deixar a louça e cozinha brilhando e vir trabalhar sem atrasar meio segundo. E, claro, tudo isso linda, fresca e sorridente. Sim, sorridente; porque, tristeza, amados, não é comercial!  Além do mais, mau humor envelhece e tratamentos estéticos estão com preço de carro zero! Portanto, nada de estresse ao acordar! E meu raríssimo estresse matinal foi interrompido por gritos, palavrões, xingamentos e ameaças. Todos esses verbos juntos e misturados na porta do meu elegante edifício.

A mais neurótica de todas as criaturas que habita meu prédio fazia ameaças espirituais à outra, jurando por todos os santos que a macumba dela é poderosa. Daí, descobri quem enfeia as esquinas da nossa rua tão tranquila com aqueles despachos de pobre.

Fia, se tiver a oportunidade de ler esse post, vou te dar um conselho. Como analista de Marketing, posso te afirmar, categoricamente, o motivo de seu marido ter te trocado por aquela loira suculenta, malhada e descolada. A razão pela qual você foi dispensada dos quatro últimos empregos de dois anos pra cá e perdeu mais tantas outras coisas importantes em sua vida.

Hoje descobri a raiz de todos os seus males, colega; e é muito simples: Você trata seu santo muito mal! Você coloca garrafa de sidra Cereser no despacho? Mariola comprada em atacado com 50 unidades! Cachaça  com o esqueletinho do milho na boca! Cigarro derby, daquele que custa R$1,50 o pacote, perfume da avon, do tipo que quando o sujeito entra o ambiente, parece que tá vindo do fechamento de alguma zona...

Seu santo ta revoltado com você, gata! Imagine.... até eu ia revirar a tigela de barro do despacho na sua cabeça. Fia, aprenda uma coisa: Favores se conseguem com bajulações de qualidade! Isso se chama lobby com o santo. Seu santo quer ser bem tratado! Coloca lá uma Don Perignon safra 1953 pra ele..., uma Etiènne Dumond, porque santo moderno é bem informado e já sabe que até veuve clicquot já caiu no populacho. Dá logo pra ele um Prosseco Italiano com uma caixa de charutos cubanos legítimos, um La Madeline au Truffe, um perfume Maroussia...um sorvete Haagen Daz, menina.

Tira esse espírito de pobreza da sua vida. Exorciza a tv aberta da sua casa! Esquece a cor original do seu cabelo, porque, na sua idade, você já pode se dar o luxo de misturar as tintas e criar uma cor que ninguém sabe ao certo o que é, só você. As pessoas vão olhar tanto pra você que você vai ter sua auto estima na estratosfera. Mesmo que, no fundo, quem olhe só esteja intrigado mesmo é em descobrir que diacho de cor é aquela que ta no seu cabelo, que, geralmente, vai estar escovado e com um corte em camadas , o famoso corte pantera, muito usado por minhas irmãs na década de 70.

Isso é uma inhaca que te jogaram enquanto você estava distraída ajeitando a gamelinha de barro embaixo do poste e enchendo o saco do seu santo, coitadinho. Amiga, acredite: a macumba do mau gosto pega. Gruda que é um negócio horroroso; parece gordura de salgadinho frito: pra sair é uma luta!

Querida, entenda uma coisa: Não é só tristeza que não é comercial. Falta de brilho, de glamour; falta de joie de vivre, de ter o que construir, o que fazer, o que cuidar, também fecham as portas para uma vida de fato! Você respira e pensa; então viva! Mas, viva bem. Viva intensamente. Viva a sua vida, com tudo o que ela tem de gostoso e bom, porque, pra onde todos vamos a partir daqui, não existem competições, nem ciência, nem ego, nem sentimentos, nem vaidade. Ninguém vai ver ou sentir nada! A vida é aqui e agora! Critique-se, melhore-se, olhe para você e deixe de viver os defeitos dos outros.

Ah, o motivo da briga? O cachorrinho de uma queria namorar a cadelinha da outra!

Moral da história: Seja feliz mesmo. Sua infelicidade implica na felicidade alheia. Gente infeliz sempre dá um jeito de não deixar que os outros sejam felizes não é mesmo?

quarta-feira, 27 de março de 2013


É o fim. Fim das grandes esperanças, das grandes ilusões. Há que acabar. Deixar acabar o que não anda, o que não desenvolve. Tudo o que não se desenvolve naturalmente é porque não é para você. E se não é para você, deixa ir. Larga. Solta. Há coisas que são nossas  e querem manifestar-se. Estão aproximando-se a passo rápido e querem-se expor. Querem mostrar-se, querem que as aceitemos na vida como nossas, sem equívocos, sem hesitações.

Mas de lá de cima Deus costuma nos ver cheio de certezas, cheios de resistência, cheios de medo da mudança, do novo. E não soltamos o velho porque não vemos nada de novo a aproximar-se. E o novo não se aproxima porque não soltamos o velho. Vê a ironia?


sexta-feira, 8 de março de 2013

Julgamento é retrocesso

Julgar é considerar que as pessoas poderiam ser diferentes do que são. É pensar que poderiam ser de outra forma, mais aceitável para nós. É querer que as pessoas caibam nas nossas expectativas para não termos de sair do nosso círculo de conforto.

Julgar é achar que o céu se enganou quando colocou essa pessoa supostamente desagradável à nossa frente. É negar que a posso ter atraído. Recusar a possibilidade de a ter atraído para compreender melhor a energia que ando a emanar, e consequentemente recusar a possibilidade de ser eu quem tem de mudar – para parar de atrair.

Julgar é negar o movimento perfeito do céu, da energia, da imensidão do tempo e do espaço. Julgar é considerar que o meu pequenino ego sabe tudo, inclusive sabe o que deveria estar a acontecer, e por isso renega o que está a acontecer. 
Tô meio cansada nesta sexta feira!!!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Aceito sentir

 As vezes,deixo-me ficar só... sentindo. Como estou. Respeito isso. Às vezes não gosto de sentir isso, às vezes prefiro sentir outra coisa. Mas, o que estou sentindo é o que é.E não da pra fingir que não é.Não da pra camuflar.

Respeito e honro isso. Honro o que estou sentindo, pois esse é o meu bem mais precioso. Tudo o que fiz até aqui, tudo o que vivi até hoje, não fiz mais do que me preparar para essa grande verdade. Eu sou o que eu sinto. E sou o que amo.

E contra isso poderão vir furacões, tornados e maledicência. Mas enquanto não aceitei o que sinto, mesmo que isso me tenha feito perder muitas coisas, mesmo que isso tenha me  colocado nas ruas da amargura… enquanto não aceitei o que sinto, não consegui ser um ser humano com um sistema energético definido.Era um ser vago, escorregadio e hostil.

O que a gente sente é o nosso bem mais precioso. Mas para a pedra brilhar, tive que aceitar o que sinto e principalmente cumpri-lo. Só aceitar é apenas uma parte do processo. E não nasci para percorrer apenas metade das jornadas.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

A minha alma

É certo! Não temos nada a temer senão nós mesmos. Deus e o destino só tem poder sobre nós pela traição de nossas fibras sensíveis. Sobre almas inferiores eles reinam implacáveis e seu poder nos mostra o tempo todo que nossa ruína reside na falta de sabedoria. A divindade encontra em espíritos fracos, para supremo argumento, a tortura do que se acha sábio.
Posso sempre chorar, e sensível que sou, tenho observado que não existe pensamento que, levado até o mais perto da alma, não me conduza aos limites privados de palavra.Às vezes, esses limites são tão necessários quanto respirar. Esses limites mudos, onde subsistem apenas a piedade, a ternura, e uma espécie de amargura, inspirada por esse amálgama  de eterno, de fortuito e de efêmero que é o destino. Minha sensibilidade e liberdade da alma são coisas que, nascidos de um germe imperceptível que é a fé, crescem e se fortificam, e se desenvolvem e ramificam;mas, quanto mais minha alma se alça rumo ao céu (ou rumo à felicidade), mais deve descer dentro da obscura substância daquilo que, sem saber, eu sou.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Suave veneno


Vivo encantado de amor
Inebriado em você
Suave veneno que pode curar
Ou matar sem querer por querer
Essa paixão tão intensa
Também é meio doença
Sinto no ar que respiro
Os suspiros de amor com você
Suave veneno você
Que soube impregnar
Até a luz de outros olhos
Que busquei nas noites pra me consolar
Se eu me curar deste amor
Não volto a te procurar
Minto que tudo mudou
Que eu pude me libertar
Apenas te peço um favor
Não lance nos meus
Esses olhos de mar
Que eu desisto do adeus
Pra me envenenar

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Meu melhor presente

Deus me deu Você para que eu me enxergasse, para manter-me forte e ajudar-me a tocar em frente. Deus me deu Você para partilhar meu coração e minha alma, para trazer-me coragem e esperança, para ensinar-me o significado do Amor Incondicional. Deus me deu Você para aceitar-me como sou, para entender minhas dificuldades, para que eu tivesse um Amigo de verdade. Deus me deu Você para trazer-me lições, ajudar-me a crescer e fortalecer meu espírito. Deus me deu Você para dar-me esperanças, clarear meus pensamentos e encorajar os meus sonhos. Deus me deu Você para inspirar-me a ser o melhor que eu possa, para mostrar-me a importância da verdade e da alegria de oferecer meu coração ao conforto de um outro coração. Deus me deu Você para ensinar-me a deixar as tristezas de lado, para eu declarar-me vulnerável quando assim estou e para mostrar meu verdadeiro eu e minhas ocultas esperanças. Deus me deu Você para amar, para honrar, para assumir e entregar minha confiança da forma que eu sempre quis. Ele me deu Você porque tinha um plano: Fazer-me feliz!

sábado, 14 de abril de 2012

Cristovam Buarque - Minha paixão pelo " Insensato"



Tecer elogios é por demais corriqueiro quando se quer falar de alguém admirado. As palavras, por mais que se entendam e se completem, não conseguem dizer tudo. E é por isso, que transcrevo abaixo minha rápida e emocionante conversa com o homem que me é exemplo de personalidade em evidência no cenário político; aquele que me alimentou a crença em relação à possibilidade de haver igualdade, ainda que custosa. Que em apenas 15 minutos, deixou de ser meu ídolo, minha referência em diversos assuntos, como literatura, educação e vida pública para ocupar o patamar de referência de humildade e humanidade.
Falando sobre a educação no Brasil, impossível não citar a necessidade latente de prioriza-la como a mais urgente das reformas. Hoje, diante de tantos programas sociais de incentivo às famílias carentes, questiono se ele não teme que isso possa gerar um pensamento assistencialista de maneira generalizada. “ Se a mentalidade do Estado não for assistencialista, os programas sociais funcionam como devem funcionar. Se houver a fiscalização sobre as famílias beneficiárias do programa, o objetivo será atingido. O objetivo do bolsa escola é que a criança inscrita no programa frequente regularmente a escola. E é necessário haver esse controle de frequência de cada criança para que a família receba o benefício. Sem fiscalizar, certamente, se concretiza o perigo do comportamento assistencialista. Se muitos de nossos programas caíram no assistencialismo, é porque a mentalidade do legislador foi assistencialista algum dia. Nossos programas sociais já foram copiados lá fora. No México, por exemplo, eu presenciei uma mãe que saiu chorando da escola que eu visitava por ter tido suspenso seu benefício pelo fato de o filho estar ausente da escola. É essencial que haja incentivo e apoio para a família sustentar a criança durante a vida escolar; e é obrigação do Estado ser o garantidor desse apoio”.
Pergunto o que ele faria primeiro, se estivesse exclusivamente em suas mãos essa reforma pela educação. “ Eu federalizaria a educação de base no Brasil. A meu ver, o professor deve ser equiparado a um funcionário federal; com salário federal e plano de carreira federal. As escolas deveriam ser de nível federal, com todas as crianças estudando em horário integral. Tentei implantar essa ideia quando fui Ministro, mas, o curto tempo no Ministério não me permitiu concluir o que penso ser o rumo que deveria tomar a educação no Brasil”.
Sempre tive a seguinte curiosidade sobre o Buarque: Engenheiro mecânico e economista; por que pautar toda uma luta na bandeira da educação? Cristovam fala com os olhos. A voz, quase inaudível, cala diante da grandeza de sua humildade. E diante do encantamento que eu transbordava, disse: “ Silvia, eu me formei em engenharia porque achava que ela resolveria e explicaria tudo. Depois, imaginei que a economia fizesse o que a engenharia não atingia, por isso me formei economista. Mas, então, eu descobri que o que de fato liberta e constrói, é a educação”.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Me encanta

Hasta el ruido de tus tacones,
cuando te enfadas y te levantas
que se va parando a la vez que tu silueta
se marcha hasta ese ruido,me encanta!
la risa tonta que se te escapa
estando en la cama de madrugada,
cuando digo te quiero y tu
me dices que miento,
que lo nuestro es eterno..
que no es solo querernos
que es mucho mas que eso,
mucho mas que eso!

me encanta verte recien levantada..
con dos medios ojos medio de la cara
esa cara que tanto me gusta
sin cosas raras porque tu lo vales sin nada,
porque tu lo vales sin nada..
me encanta los besos que nos damos en mi cama,
me encanta cuando dices que me amas
sin medias palabras solo con miradas,
me encanta que no dejes de amarme hasta matarme
enredarme en sus carnes hasta saciarme
pa que quiero mas nadie, pa que quiero mas nada..
y me encanta, tenerla al otro lado de mi almohada
me encanta cuando dice que me ama!

y nadie puede entender ni saber lo que siento
al ver tus labios rozando mi cuello
y poniendo de gallina mi piel.. quien lo va a entender?
que prefiero morir a dejarte y dejarte es morir y lo haria por ti
y si me pides que suba al cielo y te baje una estrella
te traigo un espejo porque no hay nada tan bello
en todo el firmamento como tu reflejo, como tu reflejo..

Y solo de pensar que tenga un final se me encoje el alma
y comienzo a gritar y a gritar
que me encanta los besos que nos damos en mi cama,
me encanta cuando dices que me amas
sin medias palabras solo con miradas,
me encanta que no dejes de amarme hasta matarme
enredarme en sus carnes hasta saciarme
pa que quiero mas nadie, pa que quiero mas nada..

Me encanta, los besos que nos damos en mi cama,
me encanta cuando dices que me amas
sin medias palabras solo con miradas,
me encanta que no dejes de amarme hasta matarme
enredarme en sus carnes hasta saciarme
pa que quiero mas nadie, pa que quiero mas nada..
Si me encanta tenerla al otro lado de mi almohada,
me encanta cuando dice que me ama!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Além da embalagem

Sejamos sinceros: o físico importa sim. Você não fica muito tempo perto de alguém por quem não se sinta atraído. Olhos me importam, sorriso me importa, postura me importa. Não gosto dos musculosos, mas não me venham com pancinhas que denotam um descuido excessivo. Um olhar bondoso me atrai, uma cor bonita de pele me tira da anemia aparente dos muitos, braços fortes que me envolvam são admiráveis e um cabelo onde possa fazer cafuné é delicioso.

Tenho minhas preferências como qualquer um e não as nego. Atributos físicos são importantes, sem dúvida, mas não são tudo.Claro que beleza é importante. Sou vaidosa sim com meu corpo. Quero estar sempre linda e com um corpo que me faça sentir bem. Mas,sobretudo,o que mais cuido é da alma, do meu espírito. É o que tenho de melhor. Melhor que curvas de mulher fruta é o caráter de diva, meu bem!

De nada me adianta um sorriso sem sentido ou um olhar perdido, muito menos mãos belas que não me dão carinho ou uma cabeça de formato bonito, mas oca por dentro. Um peitoral forte, mas sem nada dentro do coração? estou fora. Quero o conjunto, não partes esquartejadas que para mim não têm sentido.

Acho que as aparências são importantes, sobretudo para as paixões. Acredito que no início a aparência é o que mostra o indivíduo, o papel da balinha. Inicia-se a paixão. O modo de trocar olhares, de sorrir, de conquistar é necessário e diga-se de passagem, um dos momentos mais encantadores de uma relação.

Só que com o tempo, a beleza se esvai e se o conteúdo não existir, o papel é jogado fora, no lixo. Do contrário, se há sentimento além da aparente paixão, o amor vai se mostrar finalmente e aí a beleza, que foi o impulsionador inicial, será apenas um detalhe. Como diria Exupéry, "só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos." E não é que ele está certo?

Adoro bocas, braços, pernas. Mas se estes não vierem acompanhados de respeito, caráter e bom coração (e declarações de amor), são apenas membros mutilados. Deixo para o Jack, o estripador, este voyerismo. A mim importa um bom-papo, o respeito, um carinho e um cuidado. O resto a gente constrói.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Cordel que deixou Rede Globo e Pedro Bial indignados...

Sensacional! ( Para Priscila Cotta)






Antonio Barreto



Antonio Barreto nasceu nas caatingas do sertão baiano, Santa Bárbara/Bahia-Brasil.

Professor, poeta e cordelista. Amante da cultura popular, dos livros, da natureza, da poesia e das pessoas que vieram ao Planeta Azul para evoluir espiritualmente.

Graduado em Letras Vernáculas e pós graduado em Psicopedagogia e Literatura Brasileira.



Seu terceiro livro de poemas, Flores de Umburana, foi publicado em dezembro de 2006 pelo Selo Letras da Bahia.

Vários trabalhos em jornais, revistas e antologias, tendo publicado aproximadamente 100 folhetos de cordel abordando temas ligados à Educação, problemas sociais, futebol, humor e pesquisa, além de vários títulos ainda inéditos.


Antonio Barreto também compõe músicas na temática regional: toadas, xotes e baiões.




BIG BROTHER BRASIL UM PROGRAMA IMBECIL.

Autor: Antonio Barreto, Cordelista natural de Santa Bárbara-BA, residente em Salvador.

Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.

Há muito tempo não vejo
Um programa tão 'fuleiro'
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.

Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, 'zé-ninguém'
Um escravo da ilusão.

Em frente à televisão
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme 'armadilha'.

Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.

O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.

Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.

Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.

Respeite, Pedro Bienal
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Da muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.

Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social

Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério - não banal.

Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.

A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os "heróis" protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.

Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.

Talvez haja objetivo
"professor", Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.

Isso é um desserviço
Mau exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.

É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos "belos" na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.

Se a intenção da Globo
É de nos "emburrecer"
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.

A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.

E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.

E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.

E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados

Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.

A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.

Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.

Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?

Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal.
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal.

FIM

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

O príncipe e o beija flor

Esta não é uma história sobre o perdão! Não é uma história de amor; mas, também não é uma obra de ficção. É uma fábula, um conto quase encantado, de um reino distante e não tão encantado quanto o conto.

Era uma vez um bichinho, que vivia em um mundo simples, selvagem e feliz. Vivia solto...Tinha vôos prosaicos, mas aprendia muito nessa simplicidade com a qual vivia. Em sua floresta, era tudo mágico, encantado. Tudo tinha vida! Conhecia cada flor, e as chamava cada uma por seu nome. Por menor que fosse, tratava a todas com o mesmo carinho e cuidado. Como pássaro, cultivava a essência da liberdade, da leveza e da beleza que há nas coisas mais corriqueiras; conseguia ver riqueza em seres microscópicos e descobria tesouros onde ninguém imaginava, pois, enxergava a fórmula da beleza: um acordo entre forma, conteúdo e abstrato.
 Seus olhinhos brilhantes observavam lá no fundo da polpa. Buscava o que estava por dentro das plantas e fazia exalar o perfume que os habitantes além da floresta mágica não conheciam, e com o qual se intrigava.
Voava em paz. Fazia voos profundos. Era feliz assim, tendo seu mundo abaixo de suas asinhas, para pousar quando quisesse. Se sentia seguro e confiante. Era amado e sabia liberar amor, e, embora fosse um animal silvestre e selvagem, era de fácil domesticação.
Um dia, o sol estava lindo! Os outros passarinhos cantavam e o coração do pássarinho estava radiante pela vida maravilhosa que se apresentava diante dele todos os dias. Agradecia à Deus a todo o tempo pela paz de seu reino e a felicidade de seu coração. Voando nos limites de sua floresta, o animalzinho  viu-se observado por um ser de outro reino. Era grande e parecia um ser muito poderoso, mas possuía lindos olhos de citrino! Apesar de pertencerem a mundos diferentes, os dois seres se entenderam e se gostaram à primeira vista.
O ser de outro reino pediu para conhecer a floresta encantada e assim foi concedido. Entrou no palácio do passarinho, viu a alegria que adornava seu ambiente. Não tinha luxo, mas, era sólido, puro, feliz. Onde não existia mal, nem guerras, nem choro e todos os habitantes e quem chegasse poderiam viver felizes e em paz. As paredes eram de risos e sons do vento que entravam suavemente balançando as longas penas coloridas e sedosas do passarinho, que dentro de sua natureza selvagem, possuía tamanha delicadeza capaz de destruir muros intransponíveis.
O ser do outro mundo, acostumado a reinos construídos de pedra e onde todos tinham a mesma força bruta e pesada, escondeu do novo amiguinho sua natureza árida, gélida e hipnotizante que possuía. Convidou-o a alçar voos além dos limites da floresta. O passarinho, por um momento hesitou, mas, encantado pela beleza dos olhos de citrino e dos afagos que ganhara em suas asinhas, lançou-se com o desconhecido para explorar seu reino de pedras nada preciosas. Ele não poderia imaginar a existência de um mundo em sépia, já que seu reino explodia em cores, e sons e risos.
 O amigo estrangeiro, que parecia tão bondoso e encantador, lançou-o às feras famintas e enlouquecidas de seu reino destruído por guerras internas, onde só prevaleciam as imponentes muralhas, que, vistosas por fora, davam a impressão de um grande reino, uma poderosa cidade, mas que por detrás dos portões, amontoavam-se em cinzas e escombros. Guetos por onde ele se escondia. E as feras atacaram o pequeno pássaro que não sabia fazer guerra, pois,não fora criado para isso. Fora criado solto, livre, vendo vida e graça em todo ser existente.

O pássaro então, esquivou-se das bestas insanas e conseguiu, mesmo com seu corpinho machucado, com as asinhas quebradas e o coração despedaçado, escapar com vida. Foi sarando as feridas de seu corpo, selou seu coraçãozinho e ainda espera as asinhas se recomporem para poder voar de novo.
Quanto ao ser horrendo que o traiu, ele continua atrás das muralhas de seu reino imponente. Ainda tentando alimentar as feras que ele próprio concebeu em suas entranhas. Recolheu-se em seus salões negros e de úmidas pedras a fim de preparar sua mais nova caçada.
Se o passarinho declarou guerra ao reino inimigo a fim de vingar sua honra e o sangue derramado? Não! Jamais um ser tão abençoado, tão cheio de luz e coisas boas poderia gastar sua energia com vingança. Ele só queria continuar feliz como estava. Conheceu algo que o deslumbrou; uma coisa que dá cócegas no estômago e arrepios na coluna, que os humanos ( seres de outro reino mais distante que esse) chamam amor. E descobriu que amor é bom. É gostoso. Amor faz rir.

O passarinho não pensa me vingança. Ele aprendeu que o mundo fora da sua floresta tem pouco a ver com o amor. Que fora dos limites de seu mundo, os seres não são felizes, mas, precisam mostrar-se assim para atraírem novas presas e até mesmo outros seres da mesma espécie que podem acrescentar mais uma pedra às suas paredes. Viu que são construídos de maneira suntuosa, mas, suas muralhas são feitas de uma beleza que se desfaz com as lágrimas dos que cruzam seus portões.
Se o beija flor vai conseguir perdoar? Isso ainda é incerto. As dores ainda o impedem de voar novamente mesmo dentro de seu reino. Ele é um ser que acredita sinceramente que, em algum lugar, há olhos que anotam aquilo que nossa boca e nossas mãos tentam esconder.

Como eu disse, essa não é uma história sobre o perdão. Mas, sobre identidade. Sobre quem somos de verdade. Sobre o que existe em nosso íntimo cada vez que nos maquiamos, nos vestimos de príncipes e princesas para alimentarmos nossos demônios.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Mais leve!

Amor não se implora, não se pede, não se espera... Amor se vive ou não.
Ciúme é um sentimento inútil. Não torna ninguém fiel a você.
Animais são anjos disfarçados, mandados à Terra por Deus, para mostrar ao homem o que é fidelidade.
Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz.
As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você para os outros.
Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.
Água é um santo remédio.
Deus inventou o choro para o homem não explodir.
Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso.
Não existe comida ruim, existe comida mal temperada.
A criatividade caminha junto com a falta de grana.
Ser autêntico é a melhor e única forma de agradar.
Amigos de verdade nunca te abandonam.
O carinho é a melhor arma contra o ódio.
As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida.
Há poesia em toda a criação divina.
Deus é o maior poeta de todos os tempos.
A música é a sobremesa da vida.
Acreditar, não faz de ninguém um tolo. Tolo é quem mente.
Filhos são presentes raros.
De tudo, o que fica é o seu nome e as lembranças acerca de suas ações.
Obrigada, desculpa, por favor, são palavras mágicas, chaves que abrem portas para uma vida melhor.
O amor... Ah, o amor... O amor quebra barreiras, une facções, destrói preconceitos, cura doenças... Não há vida decente sem amor!
E é certo... Quem ama, é muito amado. E vive a vida mais alegremente
( Arthur da Távola)

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Os Instrangeiros

No Brasil os ricos são ricos apenas para mostrar sua riqueza, ostentar poder e se glorificar por ter melhores condições de vida. Mas para tudo tem seu lado não tão bom assim, se tem carros importados, trafegam em ruas congestionadas e lado a lado com ônibus, podendo ser assaltado, seqüestrado e até morto como qualquer cidadão brasileiro, se tem mansões desenhadas por arquitetos famosos, são obrigados a esconder seus templos atrás de muralhas, sem contar nas fortunas que devem gastar com equipamentos da mais alta tecnologia para poder dar segurança ao seu patrimônio.
Os ricos podem ter tudo que o dinheiro pode comprar, porém usufruem sozinhos e aprisionado na pobreza social.
Saem para se divertir em restaurantes caros, sempre levados por carros luxuosos e seguranças para todo lado, sem ter a liberdade de caminhar ao ar livre, ir a um cinema, freqüentar bares com amigos. Por mais ricos que sejam, são pobres por medo e pela falta de segurança de poder utilizar tudo que conquistou com sua riqueza.
Ao viajar pelo exterior, podem ser ricos ou milionários serão vistos como destruidores do nosso planeta, destruidores da floresta Amazônica, ou seja, ricos empobrecidos pela vergonha de ser visto como destruidor pelos estrangeiros.
A oração com mais impacto no capítulo A Pobreza dos Ricos do livro Os Instrangeiros de Cristovam Buarque é "A maior pobreza dos ricos brasileiros encontra-se em sua incapacidade de enxergar a riqueza que há nos pobres".
Tudo poderia ser diferente se percebessem o valor dos escravos libertos e lhes fosse dado o direito de igualdade nas terras que o país dispunha, os ricos teriam eliminado a pobreza que gira no mundo da riqueza.
A riqueza cegou a visão dos ricos e não enxergam o verdadeiro valor do povo, a educação, desviam recursos apenas para formar suas próprias riquezas.
A pior pobreza que alguém pode ter é a pobreza de espírito, onde não basta ter apenas dinheiro é preciso ter ao menos a honestidade de perceber o quanto todos são importantes, onde a inteligência de dar a educação ao povo serviria para acabar com a desigualdade social.

sábado, 5 de novembro de 2011

Senador baiano X Deputado Capixaba

Caríssimo leitor.
Concordo com minha querida Flávia Neffa numa colocação dia desses em uma rede social: " Cada dia mais cética no tocante às relações humanas".
Esta fala traduz toda a minha indignação ao tomar conhecimento do fato relatado abaixo.
Amo a política, mas, não estou aqui como militante e sim como profissional de comunicação, cuja característica primeira deve ser a busca pela transparência através da apresentação de fatos. E, como contra fatos não existem argumentos, peço que analisem a notícia abaixo e não se calem diante dela. Nosso estado é carente de muitas coisas, fato! Mas, a maior de todas as nossas carências, é a de respeito ao capixaba e de reconhecimento ao nosso trabalho!

No site do Senador Walter Pinheiro, PT - BA, há uma informação no mínimo curiosa. Em uma matéria postada por sua assessoria de imprensa no dia 03 último, pude ler que o Senador Pinheiro apresentou um Projeto de Lei que propõe o pagamento de uma premiação às pessoas que denunciarem atos de corrupção e estabelece o pagamento de 10% do valor recuperado ao denunciante, em casos de desvios de recursos públicos ou crimes tributários.
O estranho é que o mesmo Projeto de Lei - que no site consta como PLS 664/11- foi apresentado em 29/06/11 na PL1070/11 pelo Deputado Federal Carlos Manato do PDT-ES . O texto transcrito na matéria mencionada traz, na íntegra, a descrição do trabalho do Deputado do PDT capixaba, que inclusive pode ser conferida no espaço do próprio parlamentar no portal da Câmara dos Deputados.

No portal do Senado, pesquisei algo parecido no espaço do Senador baiano na tentativa de desfazer esse possível equívoco, mas, de fato, nada com este teor foi apresentado por este parlamentar.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Tempestade mental

Fazer o que é certo, às vezes dói. Doi,mas, não machuca. Machucado é algo que dura e prolonga os efeitos do mal. Dor é uma coisa imediata e que sara logo. Tenho aprendido que não há concessão pro errado. Errado é errado é ponto!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Discrepância

O evangelho da prosperidade tem seduzido muitos. Não faltam fiéis para encher templos onde há muitas promessas de prosperidade financeira e material, o coração do homem está cada vez mais apegado as coisas materiais. Tais religiões estão muito longe de Jesus, porque fazem dele apenas força para ajudar a satisfazer desejos.Deus criou um templo dentro de nós. Vamos tomar como tesouro apenas o que terá valor eterno.

domingo, 10 de outubro de 2010

O truque é escorregar sempre um pouquinho, porque a disciplina absoluta é para os absolutamente chatos. E chatice envelhece.

Ótima semana à todos!